Gerês, Terras de Bouro.
(19 / Setembro / 2009)
A Poesia que Reside no Gerês.
O Gerês, Genuíno.
Caminhos e calçadas por calcar,
(luzia Ferreira Teixeira - 06/11/2008)
A Poesia que Reside no Gerês.
Só voltei aos socos e às chancas...
Aos chapéus, capuchos e às croças.
Às saias pretas presas nas ancas,
Aos aventais de lã pelas costas.
E voltei à hora da refeição.
À broa cozinhada pela Mãe,
Ao cozido de couves com feijão.
Toalha, linho que teceu também.
Voltei... nada tinha a recordar.
Era um museu de recordações,
De um mundo meu, que eu não vivi.
Ribeiros, cascatas de emoções...
Antepassados que não conheci.
Referências: «Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e
Trilhos Pedestres, "Na Senda de Miguel Torga"»



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